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Autor: Equipe SinStories8 de set. de 2026

Duas semanas à beira-mar

Ela prometeu a si mesma que o romance de férias terminaria no aeroporto. Mas o homem do bar da praia lembrava o número do quarto dela, e as noites eram longas, quentes e cheias de belas decisões erradas. Na segunda noite, as regras que ela tinha imposto a si mesma começaram a derreter uma a uma — e ela descobriu que não se importava nem um pouco.

A Lara soltou o ar enquanto subia até o quarto do hotel. Era só a segunda noite dela na ilha e a festa na praia tinha sido divertida, mas ela estava exausta. Só queria um banho quente, o pijama, e apagar na cama pelo resto da noite.

Ao dobrar o corredor, quase trombou com uma figura alta e musculosa. — Ah! Desculpa — murmurou, erguendo os olhos. E congelou.

Era ele. O homem do bar da praia, o que tinha feito ela rir por três horas na noite anterior. O do maxilar marcado, olhos azuis penetrantes e um sorriso fácil que acelerava o coração dela. Lucas. Ela tinha dado um nome falso e nenhum telefone, e mesmo assim ele tinha achado o andar dela.

— Oi — ele disse, a voz baixa e provocante. — Que coincidência encontrar você aqui.

A Lara engoliu em seco. Devia mandar ele embora. Ela tinha se dado três regras no voo de ida — nada de nome verdadeiro, nada de telefone, nada que a seguisse até em casa. Duas semanas, depois o aeroporto, depois a vida comum. Acabar com aquilo antes que fugisse do controle.

Mas então ele chegou mais perto, a mão roçando a dela ao alcançar a maçaneta. — Você parece ter tido uma noite longa — murmurou. — Por que eu não entro e ajudo você a... relaxar?

Antes que ela protestasse, ele já a tinha nos braços, a boca colidindo com a dela num beijo escaldante. A Lara derreteu, o corpo respondendo por instinto mesmo com a cabeça gritando para parar.

Ele a prensou contra a parede, as mãos percorrendo as curvas dela enquanto a beijava fundo. — Porra, eu te quis a semana inteira — rosnou. — Não conseguia parar de pensar em você. Precisava te ter.

As palavras dele mandaram um arrepio de desejo por ela. Meu Deus, quando tinha sido a última vez que alguém falou com ela assim? Com um tesão tão cru, tão sem filtro?

— Por favor — ela se ouviu implorar, sem fôlego. — Eu preciso de você. Preciso disso.

Ele abriu um sorriso perverso, os olhos brilhando com uma promessa escura. — Então não vamos perder mais um segundo.

Num movimento rápido, a pegou no colo e a carregou para dentro do quarto, fechando a porta com o pé. A boca dele achou a dela de novo enquanto a deitava na cama, o corpo dele prensando o dela no colchão.

Num gesto só, ele puxou a parte de cima do biquíni e jogou longe. Se inclinou, a boca quente se fechando sobre um mamilo empinado enquanto a mão deslizava entre as pernas dela